Presidente trouxe uma síntese da história e importância da Instituição 

Texto e foto: Pedro Vianna



O Presidente da Academia Alagoana de Letras (A.A.L), Alberto Rostand apresentou um resumo da história da Academia, desde o seu início em 1919 até sua formação, comemorando assim o centenário esse ano. Alguns componentes da A.A.L também estavam presentes como ouvintes e também como participantes da discussão. A palestra aconteceu no Térreo da Associação Comercial a partir das 18h e foi um dos momentos do primeiro dia de atividades da 9ª Bienal do Livro de Alagoas. 


Para Rostand, é importante que a composição da Academia valorize os integrantes mais antigos que trazem muita história e cultura para as novas gerações, no entanto, a presença da juventude sempre foi essencial para a evolução e revolução dos conceitos da linguagem e literatura. “Os jovens possuem mais ideias inovadoras para pôr no papel, eles são importantes exatamente por esse motivo. A ideia que temos da Academia hoje é dela sendo composta por pessoas mais velhas, mas nem sempre foi assim”, lembra.


O Presidente destacou ainda a questão da presença das mulheres na academia, lembrando que por esse motivo a instituição já foi considerada machista. A bailarina, escritora e integrante da Academia, Eliana Cavalcante também pontuou sobre o assunto, “Atualmente a academia é agraciada com a presença de mulheres muito dinâmicas e ativas, porém ainda acho que essa presença precisa ser intensificada”, denota. 


Sobre a atuação da Academia atualmente a escritora completa, “Nós estamos sempre produzindo algum livro, agora mesmo na Bienal, temos várias pessoas da Academia promovendo livros. Nós queremos trazer a valorização da literatura e que mais pessoas busquem o hábito da leitura”, conclui.