Estudos proporcionaram publicação de um livro que reúne artigos com foco na temática


Texto e fotos: Diana Monteiro



A abordagem no mais amplo aspecto da educação brasileira nos tempos atuais foi foco de atividade na 9ª Bienal do Livro, nesta terça-feira (5), transcorrida no Pavilhão das Oficinas. A oportunidade reuniu pesquisadores para debater o tema central Educação e resistência: diálogos, rupturas e alternância, nome dado ao livro recentemente publicado. A obra reúne quinze artigos e teve como organizadores Giseliane Medeiros Almeida e José Ivamilson Silva Barbalho que pertencem ao corpo docente da Universidade Federal de Alagoas, Campus do Sertão.

De acordo com os pesquisadores, o livro tem como objetivo repensar a educação como prática de resistência, apresentando diálogos, rupturas e problemáticas em torno dos ataques à educação pelos modelos econômico e governamental vigentes. Um dos artigos, de autoria de Vagner Gomes Bijagó, professor do Campus do Sertão, trata sobre Cooperação Educacional Brasil-África, Observação e Vivência Prática dos Estudantes Africanos do Convênio de graduação do PEC-G, destinado a estudantes dos países africanos que falam a língua portuguesa.

Na oportunidade, os autores discorreram sobre os seus respectivos projetos elaborados para intervenções e reforçaram que a obra compreende a educação como prática de resistência e luta política com defesa abrangente da educação pública, com conexão nas principais aspirações do povo brasileiro. O grupo realiza estudos na área de educação desde 2010 e o Conselho Editorial e o Comitê Científico são compostos por pesquisadores de várias instituições de ensino superior do país.