Repertório contemplou desde a cultura indígena até a música clássica italiana

Texto e fotos: Kerolaine Costa




A Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo abriu suas portas na quarta-feira (6), para receber apresentações artísticas e muita música boa com o Coretfal, no final da tarde, que surpreendeu o público com encenações sobre a cultura brasileira. O Trio Ybirá finalizou a noite com músicas renomadas no mundo inteiro.

O coro do Instituto Feral de Alagoas (Ifal) já vinha se apresentando durante as outras edições da Bienal do Livro, quando ainda aconteciam no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. A mudança para Jaraguá alegrou os participantes, em especial a maestrina Maria de Fátima Monteiro, que teve momentos marcantes na igreja onde ocorreu a apresentação. “Cantar nesta igreja é uma emoção muito grande, pois foi aqui que fiz minha primeira comunhão, minha mãe também casou aqui e eu cheguei e me emocionei grandemente. Então é um prazer estar aqui”, contou.

Fátima Monteiro ainda parabenizou a mudança da Bienal do Livro para o Jaraguá. “Esse pedaço tão lindo da nossa história tem tudo a ver com a Bienal, com a arte. Então achei escolha maravilhosa”, completou.
O espetáculo contou com 35 participantes que apresentaram variadas músicas ligadas às culturas brasileira e indígena. Entre sopros e assovios, além dos variados arranjos vocais, o grupo encenou de forma singular. O público, por sua vez, ficou instigado e soltou aplausos e gritos, parabenizando-os ao final de cada canção.

Já no final da noite, a igreja deu espaço para a música instrumental tocada pelos professores do Trio Ybirá, antes chamado de Trio Madeiras. A partir da flauta doce, saxofone e clarineta, o público presente apreciou atentamente o repertório composto por músicas clássicas conhecidas mundialmente.