Atividade sobre Inclusão, Diversidade e Complexidade faz parte da programação da Bienal

Texto e fotos: Janyelle Vieira



Na manhã desta sexta (8), a programação da 9ª Bienal Internacional do Livro contou com a roda de diálogo Tecnologia e inclusão, com a professora do Centro de Educação (Cedu) da Universidade Federal de Alagoas, Aparecida Viana, e o pesquisador da área de pessoas com deficiência, Guilherme Vasconcelos. A atividade está inserida no seminário Inclusão, Diversidade e Complexidade que acontece durante todo o dia no Espaço Rex.

O tema foi debatido numa roda de diálogo para aproximar o público e possibilitar o entendimento sobre a temática. As Tecnologias Assistivas visam diminuir as limitações das pessoas com deficiência desenvolvendo produtos que podem tornar o mundo mais acessível. Óculos de grau, cadeira de rodas, andadores, cadeiras adaptadas e outros materiais adaptados são exemplos destas tecnologias.

Segundo Aparecida, a internet vem evoluindo e facilitando o acesso das pessoas com deficiência à muitas formas de conhecimento. “Essa mudança nas pessoas, informações, práticas e comunicações pode agregar na vida das pessoas com deficiência, mas, para isso, a pessoa deve ser realmente incluída e deve dar o feedback” ressaltou.

Ainda foram discutidas, no momento, questões como humanização das tecnologias, imersão ao conhecimento tecnológico e feedback dos usuários, além da necessidade de formações para profissionais da área e a ampliação de tecnologias.

“Um momento como esse na Bienal está sendo importante para saber como as pessoas pensam, o que elas estão fazendo e como estão fazendo. A professora Dolores propôs esse momento e é fundamental discutir sobre. Os profissionais precisam escrever relatos de experiência, para que esse assunto seja disseminado. Trocar conhecimento e experiências técnicas e pedagógicas”, destacou a professora Aparecida.