Palestrantes falaram sobre os processos de 'invisibilização' da violência

Texto e fotos: Pedro Ivon


Na manhã deste sábado (9), na sala 8 do Salão das Oficinas, localizado em frente ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi realizada uma roda de conversa com o tema Violência contra a mulher em Alagoas: a invisibilização do semiárido alagoano. A atividade foi guiada pela professora do curso de Serviço Social na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Marli de Araújo, e pela mestra em Direito pela Ufal, Elita Morais.

“Lá no Agreste e no Sertão, a gente também tem uma forte discussão sobre violência contra as mulheres. E diferente aqui da capital, Maceió, nós não temos um processo de instalação de serviços”, disse Marli de Araújo, falando sobre a falta de estabelecimentos como, por exemplo, a delegacia contra a mulher na região do semiárido.

Durante a mesa foram discutidos os processos de 'invisibilização' da violência contra a mulher e os diversos tipos de violência existentes que, muitas vezes, não entram para os dados oficiais.